Herança

Construir um patrimônio com o objetivo de deixá-lo como legado requer muito esforço e nem sempre é um objetivo tangível.

Descubra como a contratação de um seguro de vida pode ser uma forma de repassar aos seus dependentes uma herança.

Continue lendo

No passado, o foco da herança estava em conquistar principalmente bens imóveis, terrenos e construções, devido a segurança que ofereciam, frente a instabilidade monetária.

Hoje, o modelo é outro. À medida que a economia do país se tornou mais estável e com regulamentações mais rígidas e transparentes, as aplicações financeiras ganharam o interesse das pessoas. A educação financeira, como meio de conhecimento para aplicações, tem dado resultados positivos para maior volume poupado e melhor retorno dos investimentos.

O novo modelo é ainda mais interessante quando consideramos a maior liquidez, que garante acesso imediato à reserva para cobrir uma emergência ao longo do percurso, como perda de renda ou pagamento de despesas médicas não cobertas.

Paralelamente, pensar em poupar para o futuro exige também se programar no presente. Considerando o ciclo da vida financeira das pessoas, o período de maior poupança, dos 40 aos 60, é concomitantemente o momento de maiores despesas no custeio familiar. Por isso, frequentemente a sobra para aplicações é baixa.

Viver o presente e ainda se preocupar em deixar algo para o futuro dos filhos, por exemplo, é o tipo de comportamento que pode comprometer aspirações pessoais. Um pensamento de Confúcio, filósofo chinês, nos dá a fórmula para levar a vida financeira de forma mais sensata: “a virtude está no meio”.

Logo após o falecimento de um ente familiar, que deixa bens para seus sucessores, embora seja um período de luto e dor, os processos burocráticos já aparecem, a começar pelo inventário que comprove o valor dos bens herdados. Até que se faça a partilha, nenhum herdeiro possui posse exclusiva desses bens, aos quais são aplicadas regras específicas conforme o código civil brasileiro.

O patrimônio como herança deve ser contabilizado em créditos e débitos. As pessoas somente herdam o valor que excede as dívidas. Deve ser pago também o imposto sobre o valor da herança, o ITCMD, imposto sobre transmissão, causa mortis e doação de quaisquer bens de direto, que se aplica se houver valor positivo na contabilização dos bens e dívidas.

O valor da alíquota do ITCMD, sobre o valor venal, varia de 2 a 5%, dependendo do estado. Esse é um valor baixo, se comparado ao aplicado em outros países, em que chega a até 50%. A legislação brasileira já prevê mudança para uma alíquota de 30%.

Imaginar que, depois de tudo que se passou para construir uma herança, ter que dividir boa parte com o estado certamente será um fator desanimador. No entanto, há várias maneiras de se fazer determinado processo e, caso se opte pela maneira mais simples, o caminho será mais curto.

Quando se contrata um seguro de vida pensando em herança, cria-se um atalho para alcançar o resultado esperado. O segurado escolhe seus beneficiários, independentemente de serem herdeiros ou parentes, podendo alterá-los a qualquer momento.

O seguro de vida não entra em inventário e, portanto, não será necessário que se aguarde o final do procedimento e partilha para recebimento do capital segurado. O seguro não integrará a lista de bens inventariados, e por isso também não sofrerá tributação do ITCD.

Pare para pensar como será sua vida daqui pra frente se esses problemas já estiverem antecipadamente resolvidos.
A economia de energia é algo imprescindível para uma vida mais longa e agradável. Poupe esforços e fique de bem com a vida. Comece já a sua contratação.

Inicie aqui sua simulação