Representatividade das Mulheres no Prêmio Nobel

No mundo, de maneira globalizada e de forma célere, as mulheres têm ganhado espaço na contribuição do Desenvolvimento Humano, conquistando cada vez mais, um novo lugar na sociedade.


Embora o sexo masculino continue a predominar no ranking das colocações do Premio Nobel, neste ano, as mulheres estão com maior representatividade nas premiações.

O Prêmio Nobel é um conjunto de seis prêmios internacionais anuais a reconhecer pessoas ou instituições que realizaram pesquisas, descobertas ou contribuições notáveis para a humanidade.
Pela primeira vez na história, duas mulheres, a francesa Emmanuelle Charpentier e a norte-americana Jennifer A. Doudna levaram o Prêmio Nobel de Química deste ano juntas, anunciado pela Academia Real de Ciências da Suécia nesta quarta-feira, pelo prêmio de desenvolvimento do Crispr, método de edição do genoma.


As cientistas desenvolveram um sistema de edição genética em 2012. A técnica é uma espécie de “tesoura molecular” capaz de modificar genes humanos como inserção das novas terapias contra o câncer, tornando a cura das doenças hereditárias, tema que vem sendo estudado há mais de século.


A poetisa Louise Glück é mais uma mulher a conquistar a premiação nesta edição, o Prêmio Nobel de Literatura, aos seus de 77 anos de idade.
Transcrito do artigo de Rodrigo Abdalla, no Portal Vermelho, ”Apesar da edição 2020 estar mais equilibrada em termos de gênero, o histórico amplamente dominado por figuras masculinas revelam uma deformidade ou na escolha do Comitê ou na promoção de condições igualitárias para a produção científica.

O Prêmio Nobel, prestígio máximo para o grande público, foi entregue em 867 oportunidades a homens, cerca de 91%. Para mulheres, 59 vezes”.
Com tantas mulheres a frente de pesquisas e descobertas importantes no mundo todo, essa belíssima representatividade no Nobel de 2020 irá sobressair a cada edição.


Parabéns as premiadas!

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