A ideia não é falar de produtos e sim propor um conceito!

Estamos habituados a ver o mercado de seguros propor às pessoas seus produtos ditando o que elas precisam contratar.

Pensamos diferente. Acreditamos que você pode encontrar seguros para cobrir diferentes tipos de danos, mas só você mesma deve ser capaz de reconhecer o que é ideal para si e, antes de fazer escolhas, é preciso reconhecer a necessidade exata de cada opção.
Para auxiliar você a identificar as reais necessidades de se contratar seguros, elaboramos alguns conceitos que retratam bem a realidade dentre as expectativas mais comuns de segurança pessoal.

“Seguro Mulher”, “Proteção da Renda”, “Herança Programada”, “Sucessão Empresarial”.

Após a apresentação de cada conceito haverá um simulador com a maioria das coberturas de risco de pessoas disponíveis, de três seguradoras distintas, no qual você poderá adequar o valor do capital a segurar pertinente. Isso certamente lhe permitirá montar seu seguro ideal, de forma coerente e precisa, com a comodidade de fazer suas escolhas livremente, sem a necessidade de aquisição de produtos “engessados” e sem o sentimento da dúvida de ter feito uma boa ou má escolha.

Seguro Mulher

Você já ouviu a frase “o seguro de vida protege quem você mais ama”?

Proteger os entes amados: esse é o argumento mais comum que as empresas do ramo de seguros usam para despertar, principalmente nas mulheres, o interesse em contratar um seguro de vida. Tem funcionado, mas seria esse o motivo correto que alguém deve considerar na aquisição de coberturas de risco?

Para nós, mulheres, proteger nossos entes queridos é algo natural e espontâneo, já está presente no nosso DNA. No entanto, a necessidade de proteção se estende a outros cuidados.

Hoje, na nossa sociedade, as funções da mulher perante a família vão além das tarefas com o lar e os filhos. O que antes era exclusividade dos homens, como prover os recursos para subsistência, ficou dividido com elas ou até mesmo passou na totalidade a elas. 

Em função do novo cenário, a mulher deve também assumir habilidade na gestão do seu dinheiro, fazendo uso das boas regras da educação financeira.

 

O seguro de vida deve estar no planejamento financeiro, porque no caso de sua falta, principalmente prematura, há de se considerar o impacto causado ao orçamento da família. O seguro de vida poderá suprir a falta financeira. Uma indenização aos beneficiários garantirá a manutenção do padrão de vida que lhes era proporcionado.

Não havendo dependentes financeiros, o cuidado seria com o risco de uma invalidez, cujo evento pode impossibilitar a pessoa de dar sequência aos seus projetos de vida.

Uma vez consciente das razões pelas quais você deva contratar um seguro de vida, o passo a seguir será determinar qual o valor ideal do benefício a contratar.

Não existem regras para calcular o valor a assegurar. Muitos dizem que o ideal seria de dez a vinte vezes o valor da renda anual, no entanto, esse raciocínio é apenas um parâmetro, mesmo porque tanto sua renda quanto suas despesas podem variar. O melhor é optar pelo bom senso e escolher um valor a pagar que caiba no orçamento e aos poucos ir administrando esse compromisso até atingir um montante de capital que pode substituir sua renda, em caso de sua falta prematura, por um determinado momento que você julga necessário.

Seguro de vida pode ainda ser considerado como uma herança. A indenização prevista no contrato de seguro será repassada de imediato, sem mesmo ter que passar por inventário. Todos hão de concordar que não existe a probabilidade de morte. É fato. É uma certeza, só não se sabe quando ela vai ocorrer.

Viver o presente e ainda se preocupar em deixar algo no futuro para os filhos, por exemplo, é o tipo de comportamento que pode comprometer aspirações pessoais.

Pare para pensar como será sua vida daqui para a frente se esses problemas já estiverem, antecipadamente, resolvidos.
Para ajudar você a compor seu seguro ideal, desenvolvemos um simulador com a cobertura básica, que cobre o evento morte, e coberturas adicionais, que cobrem eventos de risco.

Determinadas patologias e predisposição genética podem ser um indicativo para adicionar coberturas ao seguro.

No final será dada a opção de iniciar a contratação. Para nós será uma honra poder participar desse momento tão decisivo em sua vida.

Simulador

Proteção da Renda

Um dos propósitos do Seguro de Vida é a proteção da sua renda caso algo saia dos seus planos. O que representa renda nesse contexto? Renda é o seu bem material mais valioso. É o seu fluxo de caixa. Proteção da renda seria um valor mínimo para suprir despesas em uma determinada fase da vida em caso de eventualidades como morte ou invalidez, sendo o valor uma variável de acordo com as condições sócio econômica de cada pessoa/família.

 

Assista ao vídeo ao lado e saiba tudo sobre o nosso conceito de Proteção da Renda.

Herança Programada

Construir um patrimônio com o objetivo de deixá-lo como legado requer muito esforço e nem sempre é um objetivo tangível. 

Descubra como a contratação de um seguro de vida pode ser uma forma de repassar aos seus dependentes uma herança.

No passado, o foco da herança estava em conquistar principalmente bens imóveis, terrenos e construções, devido a segurança que ofereciam, frente a instabilidade monetária.

Hoje, o modelo é outro. À medida que a economia do país se tornou mais estável e com regulamentações mais rígidas e transparentes, as aplicações financeiras ganharam o interesse das pessoas. A educação financeira, como meio de conhecimento para aplicações, tem dado resultados positivos para maior volume poupado e melhor retorno dos investimentos.

O novo modelo é ainda mais interessante quando consideramos a maior liquidez, que garante acesso imediato à reserva para cobrir uma emergência ao longo do percurso, como perda de renda ou pagamento de despesas médicas não cobertas.

Paralelamente, pensar em poupar para o futuro exige também se programar no presente. Considerando o ciclo da vida financeira das pessoas, o período de maior poupança, dos 40 aos 60, é concomitantemente o momento de maiores despesas no custeio familiar. Por isso, frequentemente a sobra para aplicações é baixa.

Viver o presente e ainda se preocupar em deixar algo para o futuro dos filhos, por exemplo, é o tipo de comportamento que pode comprometer aspirações pessoais. Um pensamento de Confúcio, filósofo chinês, nos dá a fórmula para levar a vida financeira de forma mais sensata: “a virtude está no meio”.

Logo após o falecimento de um ente familiar, que deixa bens para seus sucessores, embora seja um período de luto e dor, os processos burocráticos já aparecem, a começar pelo inventário que comprove o valor dos bens herdados. Até que se faça a partilha, nenhum herdeiro possui posse exclusiva desses bens, aos quais são aplicadas regras específicas conforme o código civil brasileiro.

O patrimônio como herança deve ser contabilizado em créditos e débitos. As pessoas somente herdam o valor que excede as dívidas. Deve ser pago também o imposto sobre o valor da herança, o ITCMD, imposto sobre transmissão, causa mortis e doação de quaisquer bens de direto, que se aplica se houver valor positivo na contabilização dos bens e dívidas.

O valor da alíquota do ITCMD, sobre o valor venal, varia de 2 a 5%, dependendo do estado. Esse é um valor baixo, se comparado ao aplicado em outros países, em que chega a até 50%. A legislação brasileira já prevê mudança para uma alíquota de 30%.

Imaginar que, depois de tudo que se passou para construir uma herança, ter que dividir boa parte com o estado certamente será um fator desanimador. No entanto, há várias maneiras de se fazer determinado processo e, caso se opte pela maneira mais simples, o caminho será mais curto.

Quando se contrata um seguro de vida pensando em herança, cria-se um atalho para alcançar o resultado esperado. O segurado escolhe seus beneficiários, independentemente de serem herdeiros ou parentes, podendo alterá-los a qualquer momento.

O seguro de vida não entra em inventário e, portanto, não será necessário que se aguarde o final do procedimento e partilha para recebimento do capital segurado. O seguro não integrará a lista de bens inventariados, e por isso também não sofrerá tributação do ITCD.

Pare para pensar como será sua vida daqui pra frente se esses problemas já estiverem antecipadamente resolvidos.
A economia de energia é algo imprescindível para uma vida mais longa e agradável. Poupe esforços e fique de bem com a vida. Comece já a sua contratação.

Seguro de Sucessão Empresarial

A perda definitiva de um, sócio, por si só, já é uma situação difícil para todos aqueles envolvidos com a empresa. Além disso, as consequências financeiras são inevitáveis e costumam acarretar situações de difícil resolução.

Uma das melhores formas de minimizar as dificuldades financeiras e os riscos para a trajetória da empresa é a contratação do seguro de sucessão empresarial. Essa modalidade de seguro de vida, presente na gama de produtos de diversas companhias de seguro, cobre o falecimento de qualquer um dos sócios da empresa.

Há ainda a possibilidade de cobertura para invalidez permanente total por acidente e para invalidez funcional permanente total por doença. 

O seguro pode ser contratado por empresas caracterizadas como sociedade limitada de capital fechado, com no mínimo dois sócios e a faixa de idade para inclusão automática no seguro vai dos 18 aos 65 anos.

O seguro de sucessão empresarial minimiza riscos financeiros e/ou patrimoniais decorrentes da perda de um dos sócios.

Além disso, evita a necessidade de entrada de novos sócios para a continuidade do negócio, permitindo que a empresa mantenha sua atuação com as características habituais, sem a intervenção de pessoas que não dominam o setor.

Para os sócios que permanecem integrando a empresa, o seguro disponibiliza recursos necessários para a aquisição das cotas de direito dos herdeiros do sócio falecido/inválido, promovendo uma transição judicialmente legal e eticamente correta, além de garantir a continuidade de suas conquistas.

Para os herdeiros do sócio falecido, o seguro oferece o amparo financeiro no caso da perda do seu provedor e a tranquilidade de não precisar se preocupar com a administração do negócio. No âmbito fiscal, existe a vantagem de não haver tributação, pois o valor da indenização de seguro de vida é isento de imposto. No caso de pessoa jurídica, a indenização é considerada como receita não operacional.

Morte – Em caso de morte do segurado (sócio), seja natural ou acidental, garante ao Estipulante (Empresa), o pagamento do capital contratado.

1) Invalidez Permanente Total por Acidente (IPTA) –  O Estipulante (Empresa) conta com pagamento de indenização em caso de invalidez permanente total por acidente pessoal dos sócios.

2) Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD) – O Estipulante (Empresa) conta com pagamento de indenização em caso de invalidez funcional permanente por doença pessoal dos sócios.

3) Auxílio Funeral – Morte (AFM) – Garante o reembolso das despesas de funeral, em caso de falecimento do Segurado, até o limite do Capital Segurado contratado.

 

O limite máximo do capital segurado garantido varia de acordo com a seguradora, podendo chegar a até R$ 15 milhões.

A contratação, aceitação e limite de capital segurado para esse tipo de seguro estarão sujeitos às regras estabelecidas pela seguradora contratante nas condições gerais do seu produto.

Para mais informações ou solicitação de uma simulação para sua empresa, solicite um contato nosso.